sopa de letrinhas e sentimentos

Sexta-feira, Maio 05, 2006

Voltando.... parte I

Lembrei que tenho um blog! Depois de 5 meses de amnésia súbita recordei a posse de algo que para muitos pode ser bobeira, mas para mim é bem precioso. Esquisito isso, mas essa maluquice toda de colocar os pensamentos numa tela que pode ser visitada por N pessoas é uma coisa que me faz muito feliz. Sei lá, me sinto viva quando escrevo, as letras correm pelas minhas veias, e os pensamentos pedem pra sair da minha cabeça. Talvez por isso às vezes eu surte e induza as pessoas ao meu redor a surtar: excesso de pensamentos na cabeça. É uma patologia classificada? Se não é, deveria ser... Há uma séria doente por aqui...

O legal é ler o que eu escrevi, tempos atrás... parece que junto com as palavras vem vindo um filminho do que estava acontecendo naquele contexto... Uma oportunidade de auto-leitura (esse neologismo existe?), olha que chique! Mais do que apenas memórias dentro da cabeça, sentimentos expostos em palavras falam bem mais. São como fotografias de momentos específicos, em que apenas sentir e pensar não eram o bastante... era necessário escrever para sublimar tudo e aliviar o coração e a cabeça... Tudo parece uma grande terapia, e na verdade o é. Olha que coisa mais boa, não se paga terapeuta (que no fundo não faz nada a não ser te ouvir), se coloca os pensamentos no lugar (pra escrever é preciso uma linha de pensamento), se escuta (porque se lê antes de publicar), se alivia as tensões, e depois de um tempo ainda se pode rever o seu crescimento! Bem melhor que anos de terapia, fala sério!

A todos um conselho: escrevam!...

Sexta-feira, Dezembro 16, 2005

TEM QUE ESCOLHER

Realmente não tem como ficar imparcial, fechar os olhos e fingir que " não é bem assim". Quando aprendermos a encarar a verdade dos fatos muito provavelmente conseguiremos construir um mundo melhor. Escolha o seu lado.
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De que lado você fica?
(De Leo Jaime)


Vamos supor que em sua rua tenha um supermercado e que você faça suas compras lá, regularmente. Já cumprimenta os funcionários, conhece as prateleiras, sabe que o preço não é o melhor mas como é próximo e tem bons produtos é um cliente fiel. Fiel até ser surpreendido com a notícia, espalhada aos quatro cantos do planeta, de que o gerente da loja resolveu tocar fogo em uma família de mendigos que tinha se mudado para a marquise do supermercado dias atrás. Pois é, todo mundo dormindo ele chega, sorrateiro, joga gasolina nos cobertores e ateia fogo, fazendo um churrasco daquela família que, aos olhos de todos, exibia sua miséria ali, de forma inconveniente, incomodando os usuários e espantando a freguesia. Isso mesmo, você não era a favor daquela família residir na frente daquela loja mas ficou horrorizado, com justiça, com a medida escabrosa que o seu gerente arranjou pra resolver o assunto.
Qual sua atitude? Espera que a lei seja cumprida e nunca mais volta no supermercado? Provavelmente. Mas, afinal, o erro foi do gerente ou da empresa? Será que a empresa merece perder o cliente por ter tido um gerente maluco que tomou uma atitude criminosa por conta própria? Você pode nem querer saber. Mais provável é o supermercado predileto da vizinhança fechar as portas vendendo a loja para uma grande rede. O consumidor costuma ser radical nestes casos. Ainda mais quando é um caso desta gravidade, envolvendo assassinatos de crianças de forma tão hedionda.
Nada na história acima parece irregular, nem mesmo o exagero que parece ser culpar o CNPJ de uma empresa por um erro pontual e imprevisível de um funcionário. Vamos agora transferir a mesma situação para a realidade carioca e tentar compreender um dilema que lá se estabelece e que aqui será exposto.
São muitos os entorpecentes, a maioria deles liberada e fabricada por laboratórios confiáveis ou fábricas vigiadas e controladas pelo serviço de saúde pública. Álcool incluído, em suas milhares de formulações.
Vamos, porém, admitir que o seu favorito, o que você gosta de usar, não esteja na lista. Digamos que você prefere ficar mutcho loco com algum bagulho fabricado por pessoas honestíssimas e muito criteriosas com relação a métodos de higiene e controle de qualidade. Que este seu bagulho costuma ser transportado com muito carinho por pessoas igualmente ciosas, muitas vezes em suas cavidades mais íntimas, e que estes portadores tenham por hábito acrescentar com generosidade substâncias que visam enriquecer o mesmo bagulho, tão sagradas que a este ato se dá o nome de batismo. Diante de tudo o que aí se apresenta é naturalíssimo que você tenha a mais cega confiança no produto e em quem o serve. Eu compreendo: o bagulho não tem a função de alterar o estado de consciência? Quem disse que é pra melhor? Quem sou eu pra julgar? Vá lá! Você tem a maior confiança no seu vapor e na origem do bagulho "dubão" que ele costuma trazer em sua casa. Ou é você que passa no barraco dele pra buscar? O que importa?
Ai acontece a surpresa: aquele pessoal de índole sem jaça está com todas as digitais impressas na autoria de um crime bárbaro. O cara que vende seu bagulho é funcionário de uma boca que mandou queimar um ônibus com todos os passageiros dentro vivos, incluindo criancinhas. Não me pergunte o porquê de achar que o fato de ter criancinhas faz este churrasco humano mais bestial.
Eu apenas reservo-me ao direito de achar que crianças de dois anos, viajando com a mamãe de ônibus, são menos hábeis para lutar pela própria vida diante da surpresa terrorista desta natureza.
Pois é. O seu gerente mandou tostar o ônibus sem permitir que ninguém saísse de dentro. Um colega do cara que você recebe em sua sala ficou lá, impedindo que o pessoal escapasse à morte horrorosa. Um ou mais. Vai ver ele mesmo estava lá. E agora? Você deixa de comprar bagulho com ele e vai comprar com aquele pessoal que assou o jornalista com os pneus em volta do corpo?
Talvez você prefira tentar compreender que todo mundo perde mesmo a cabeça um dia e que, pô, os traficantes são muito perseguidos: qualquer um faria a mesma coisa se estivesse no lugar deles. É provavelmente você vai indagar, em meio ao consumo de uma presença dada pelo seu vapor, que ele passou da conta desta vez mas que não deixa de ser um cara super gente fina. E que o bagulho dele é bom e não vem malhado.
A sociedade do Rio tem feito suas escolhas. Tem que fazer. Em todas as cidades grandes, corrompidas pelo crime organizado, a escolha é proposta cotidianamente: de que lado você fica?
Com tanto jeito de alterar seus estados de consciência sem comprar nada de bandido você vai continuar fazendo questão do bagulho produzido pelos criminosos? Já lhe ocorreu que os lugares em que há maior injustiça social no planeta sejam exatamente os grandes centros de produção e escoamento de drogas? Seu traficante queima criancinhas vivas e você continua comprando bagulho dele como se nada houvesse? Você compreende? Acha um absurdo, mas nem por isso vai deixar de ficar doidão do mesmo alucinógeno ilícito?
Neste caso, caro leitor, só posso dizer uma coisa: tomara que o próximo bebê assado por um destes animais seja filho seu e não de alguém que, como eu, sabe muito bem de que lado está. Do outro.
Não dou um centavo em mão de bandido. Não alimento a corrupção.

Segunda-feira, Dezembro 05, 2005

REDUCIONINSMO NÃO!

Estou eu bem sossegada por aqui, no meu computador, como sempre sem ter o que fazer, navegando pela internet... entro num blog aqui, em outro ali, até que me deparo com um texto de um tal de Xico Sá (desculpem a ignorância se este for um grande e estupendo escritor que a minha falta de cultura não me permitiu ter acesso) que me fez pensar... O que somos nós, mulheres, hoje aos olhos da nossa sociedade?? É tudo tão vulgar, tão fácil que às vezes me pergunto se as pessoas acham que nos reduzimos a pedaços de carne que andam, rebolam, dançam e fazem sexo. Alô? Tem alguém me ouvindo aí? Existe uma mulherzinha de 1,67m em algum lugar desse planeta que não concorda com essa palhaçada que lhe foi imposta. Não, eu não sou um pedaço de carne na prateleira, competindo com picanha, costelinha ou carne moída, louca pra ser apanhada pelo primeiro consumidor que vai aparecer e me comprar por qualquer pichincha, pra me comer e jogar o resto fora. Sim, dentro de mim ainda bate um coração e o meu cérebro ainda tem o costume de funcionar sozinho. E daí? E daí que eu não aceito ser reduzida, porque as qualidades que tenho me impedem de ter qualquer valor baixo, principalmente porque fui feita pelo perfeito Criador e comprada por um alto preço. E dá licença, porque qualquer um que se vende recebe bem mais do que realmente vale... passar bem.

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O que querem as revistas femininas?
De Xico Sá.
As revistas femininas muitas vezes nos assustam, amedrontam ou simplesmente nos afrouxam a mais irônica das gargalhadas. Ando viciado nelas. A patroa já não agüenta mais me ver fugindo com a sua pilha de almanaques para o banheiro. Eu não largo o meu vício.Aprendemos sempre alguns bons truques com estas sábias brochuras. Das balzacas em chamas da "Nova" às Lolas modernas da TPM -Trip Para Mulheres. Às vezes nem carece folheá-las, basta uma lida nas manchetes de capa sob o sol na banca de revistas. Fico meio assombrado quando vejo que descobriram uma nova posição para o sexo. Como se não bastassem as milhares de combinações do Kama Sutra e de todos os outros compêndios.Tenho medo das leitoras de "Nova", confesso a minha fraqueza. Elas têm mais fogo guardado nas entranhas do que las chicas do óteeeeeemo romancezinho de Almodóvar (Dantes Editora); elas estão descontroladas, elas são a perfeita mistura de cachorras do funk com afilhadas de Balzac. O vício das femininas. Chamadas de verão: novos óleos eróticos, novos jogos, novos fetiches,vixe!, os mais poderosos cremes antirugas e anticelulites...Mas o que dá preguiça mesmo, só de pensar, são as exigências das novíssimas posições. Daquelas que dão câimbra só de vê o desenhozinho didático, tipo "faça você mesmo", na página.Houve um tempo que estas revistas eram bem menos atrevidas. Repare só nestas chamadas de capa das antigas, priscas eras:"Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu carinho e provas de afeto, sem questioná-lo." (Revista Claudia, 1962)."A desordem em um banheiro desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa". (Jornal das Moças, 1965)Tem mais, repare só que pérola: "A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas, servindo-lhe uma cerveja bem gelada. Nada de incomodá-lo com serviços ou notícias domésticas". (Jornal das Moças, 1959).Nem o mais machista dos anúncios de cerva chegaria a tanto.E o chauvinismo das redatoras _sim, a maioria era escrita por mulheres_ das antigas não ficava só na bebida. O pior vem ai:"Se o seu marido fuma, não arrume briga pelo simples fato de cair cinzas no tapete. Tenha cinzeiros espalhados por toda casa." (Jornal das Moças, 1957).Hahahahahahahaha.Querem mais um mandamento de fé? Então lá vai: "Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas". (Jornal das Moças,1957).E este aqui: "O noivado longo é um perigo, mas nunca sugira o matrimônio. ELE é quem decide - sempre!" (Revista Querida, 1953).Agora, juro, vou encerrar, que assim já começou a virar galhofa, escárnio... Essa última chamada de capa é de chorar:"Sempre que o homem sair com os amigos e voltar tarde da noite espere-o linda, cheirosa e dócil." (Jornal das Moças, 1958).Chega!

Segunda-feira, Setembro 19, 2005

TUDO DEPENDE DO ÂNGULO

Nesse fim de semana nós saímos pra São Paulo, todos com os corações ansiosos, muita coisa pra se pensar... a peça, a exposição, uma cidade nova e enorme, a convivência de 14 horas dentro de um ônibus, o hotel, comida de beira de estrada... sentimentos se confundindo e turvando as nossas vistas ao longo das circunstâncias que foram acontecendo pela beira do caminho. Muita coisa aconteceu de errado, mas em tudo o Senhor nos ensinou.

Teve uma grande lição que eu tirei dessa viagem, e acho que foi o degrauzinho que Deus queria que eu subisse. Muitas vezes nós olhamos apenas as circunstâncias e não vemos o que há de maior acontecendo ao nosso redor. É como o processo de tirarmos uma foto. Quando nós colocamos o olho ali, naquele buraquinho, nós escolhemos o que enxergar, e o que capturar com a câmera. O céu pode estar lindo, mas se quisermos fotografar apenas os rostos de nossos amigos, é isso que vai contar. Focamos exatamente onde escolhemos, e com isso decidimos congelar em nossos corações certos fatos e falas em detrimento de outros. E tudo isso vai colaborando para a construção do nosso caráter. Se você resolver dar mais importância às coisas ruins, com certeza você vai agir refletindo essas "capturas" do seu coração.

Por vezes minha vista ficou turva, e eu mudei o foco. Mas louvo a Deus porque Ele sempre se preocupou em colocar em meu caminho pessoas pra me ensinar a fotografar melhor a vida...

bjs a todos e uma otima semana! =**

Sexta-feira, Agosto 12, 2005

DON´T TAKE THE EASY WAY, HONEY... LIVE STRONG...

"É difícil fazer alguém feliz, assim como é fácil fazer triste.
É difícil dizer eu te amo, assim como é fácil não dizer nada.

É difícil valorizar um amor, assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil agradecer pelo dia de hoje, assim como é fácil viver mais um dia.

É difícil enxergar o que a vida traz de bom, assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua.
É difícil se convencer de que se é feliz, assim como é fácil achar que sempre falta algo.

É difícil fazer alguém sorrir, assim como é fácil fazer chorar.
É difícil colocar-se no lugar de alguém, assim como é fácil olhar para o próprio umbigo.

Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão? Mas quem disse que é fácil ser perdoado?

Se alguém errou com você, perdoa-o...
É difícil perdoar? Mas quem disse que é fácil se arrepender?

Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir? Mas quem disse que é fácil encontrar alguém que queira escutar?

Se alguém reclama de você, ouça...
É difícil ouvir certas coisas? Mas quem disse que é fácil ouvir você?

Se alguém te ama, ame-o...
É difícil entregar-se? Mas quem disse que é fácil ser feliz?

Nem tudo é fácil na vida...
Mas, com certeza, nada é impossível...

Precisamos acreditar, ter fé e lutar para que não apenas sonhemos
Mas também tornemos todos esses desejos, REALIDADE."

Texto: Cecília Meireles

Quarta-feira, Julho 27, 2005

* * STOP AND THINK... * *

Pare e pense. Pense profundo, pense sem limites. Analise bem. Sensações, cheiros, visões, lembranças, ações. Todo o pulsante dentro de você, repense. Não há mal em pensar, não há retrocesso em voltar atrás no que se fez ou se sentiu, não há pecado em fazer de novo. Me lembraram que a queda é natural do ser humano, o que vai diferenciar um do outro é a capacidade de levantar e prosseguir pelo caminho. Para levar adiante uma posição retomada é necessário antes de tudo coragem. Coragem pra ver que houve engano, que é necessário um recomeço. E coragem pra refazer. Dar a cara a tapa ao mundo, que, sem dó nem piedade vai apontar você, sua regressão, seu erro, toda sua sujeira à tona. Porque é assim que funciona, queridinha, ninguém nasceu por essas bandas pra passar a mão na sua cabeça. Sempre que puder, alguém vai te colocar o indicador da mão direita nas suas fuças, e máximo que você vai fazer é bufar em cima dele. Fácil apontar, o difícil é admitir.

Respire fundo, olhe lá dentro e admita aquilo que você sente. Oras, você sente mesmo, está querendo enganar quem por aqui? Sim, você não aguenta mais aquele pentelho que te atormenta, ele não tem amigos, mas é porque ele é chato mesmo, a culpa não é sua e nem o fardo é seu. Sim, você queria ter a casa e o carro da fulana, quem sabe até o namorado, que bem que dá um caldo. Sim, você guarda mágoas dos seus pais, culpa eles por tudo, por todos os seus traumas e incapacidades. Não, você não superou seu antigo relacionamento, não esqueceu aquele idiota, que, apesar de idiota, te tira do sério e rouba seu folêgo só com o jeito que ele te olha. Não, você não é santa, você pensa besteira, quer fazer besteira, faz tanta besteira... Sim, lindinha, você tem apetite sexual, tem desejos e hormônios. Não, você não é nada fácil, tem dificuldades de se relacionar com as pessoas, é cheia de nhé-nhé-nhé. È, meu bem, você odeia, ama, culpa, deseja, guarda rancor, não supera, erra, levanta, tem defeitos, se entrega, faz burrice, acrescenta, suga, despreza. E sabe qual é a conclusão disso tudo? Que você é um ser humano normal, assim como todos os outros que andam pelas calçadas. Nem mais nem menos: igual. Um acerto a mais aqui, que só cobre o defeito dali, e no fim das contas, o saldo fica zerado e você se equipara à população mundial. Seja ela branca, negra, de olhos puxados, cabelos ruins ou pernas grossas. Nada muito diferente de você.

Ninguém disse que é fácil admitir o que se sente, expor o que está dentro de você. O caminho natural é aquele que passa pela negação e omissão. A gente sempre dá um jeitinho pra sair bem na fita. Vem alguém e diz que você errou aí salta logo da sua boca um “não foi bem assim, eu tive tal intenção, eu fiz isso de uma outra maneira... quer ver? Olha por esse lado aqui...” e tapa logo a idiotice que você fez dando uma floreada na lata de lixo. Sujeira fede. E muito. Não tem conversa, fede mesmo. E o melhor a fazer pra parar de feder é aceitar que tudo está precisando de uma limpeza, arregaçar as mangas e mãos a obra! Se alguém fala que você é difícil, salta com um “Sim, eu sou”. O alívio vai ser imediato e a sensação tão refrescante quanto comercial de pasta de dente.

Sinta. Admita. Tenha coragem para mudar o curso das coisas. Se necessário for, volte. Se cair, faça da queda um passo de dança, seja ela um funk, um trance ou um ballet, e dê um giro para sair caminhando como antes. Não adianta se reter a um mundo de legalidades e obrigações sociais e ser um infeliz que nem sabe mais quem é, de tanta ilusão e mentira colocadas pelo caminho para embelezar a verdade. Busque a verdade dos fatos. Encare essa verdade. Só assim você vai ter capacidade e armas eficazes para enfrentá-la mesmo e se tornar alguém melhor.

Pense, repense. Analise, admita. Enfrente. Saiba a hora de mudar e de manter suas decisões, seus caminhos. E faça isso sempre que achar que deve. Defenda seus ideais e sua posições. Isso é defender você mesmo.

Quinta-feira, Junho 23, 2005

FRASES

"As brigas que ganhei, nem um troféu como lembrança pra casa eu levei. As brigas que perdi, estas sim, eu nunca esqueci, eu nunca esqueci." (Pato Fu)

"Perdoar é a melhor maneira de se vingar." (frase do msn do Renato Goes, meu amigo)

"Descubra-se todos os dias, deixe-se levar pelas vontades, mas, não enlouqueça por elas." (Fernando Pessoa)

"Continue a nadar! Continue a nadar! Continue a nadar, nadar, nadar! Para achar a solução.. nadar!" (Dory, do Procurando Nemo)

"De tudo ficaram três coisas: a certeza de que estamos começando, a certeza de que é preciso continuar, e a certeza de que podemos ser interrompidos antes de terminar. Façamos da interrupção um caminho novo, da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sonho uma ponte, da procura um encontro!" (Fernando Sabino)

"Cada estupidez que damos na vida carece de uma segunda chance para repará-la..." (Fellipe Fernandes, meu amigo e meu orgulho!)

"Carpe Diem!" (??)

"Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.Porque eu sou o Senhor teu Deus, o Santo de Israel, o teu Salvador..." (Is 43:2-3)

"Meu coração é uma barca que não sabe navegar..." (Fernando Pessoa)

"É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre." (Carlos Drummond de Andrade)

"If you love something, set it free. If it comes back to you, it´s yours. If it doesn´t, it was never to you have it." (??)